O Tribunal de Justiça do Amazonas (TJ-AM) passou a contar com três novos desembargadores após a solenidade de posse realizada em 22 de outubro. Ana Maria de Oliveira Diógenes, Paulo Fernando de Britto Feitoza e Marco Aurélio de Lima Choy assumiram vagas na segunda instância do Judiciário estadual.
A cerimônia foi acompanhada pelo prefeito de Manaus, Renato Junior, a convite do presidente do TJ-AM, desembargador Jomar Fernandes. Durante o evento, o prefeito parabenizou os novos integrantes da corte e destacou a experiência de Marco Aurélio Choy, que atuava como procurador do município antes de chegar ao tribunal.
Critérios de escolha
Ana Maria de Oliveira Diógenes foi nomeada pelo critério de merecimento, após 33 anos de magistratura no Amazonas. Segundo a Prefeitura de Manaus, ela recebeu 99,57% dos votos na lista tríplice que definiu a escolha.
Paulo Fernando de Britto Feitoza assumiu pelo critério de antiguidade. Considerado o juiz mais antigo da carreira, foi escolhido por aclamação. Antes da posse, era titular da 4ª Vara da Fazenda Pública de Manaus.
A terceira vaga foi preenchida pelo quinto constitucional destinado à advocacia. O posto passou a ser ocupado por Marco Aurélio de Lima Choy, doutor em Direito Constitucional e professor da Universidade do Estado do Amazonas (UEA).
Atuação anterior de Choy
Antes da nomeação, Choy atuava como procurador do município de Manaus. Ele também presidiu a Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Amazonas (OAB-AM) entre 2016 e 2021.
Com a posse, Choy sucede o desembargador Domingos Chalub, que ocupou a vaga por 21 anos. A divulgação da Prefeitura informa ainda que Ana Maria Diógenes recebeu, em 2023, a Medalha do Mérito da Procuradoria-Geral do Município, enquanto Marco Aurélio Choy foi homenageado pela Câmara Municipal de Manaus com a Medalha de Ouro Cidade de Manaus.
Na solenidade, Renato Junior afirmou que a chegada dos três desembargadores representa um momento importante para a Justiça do Amazonas. O prefeito desejou sucesso aos novos integrantes do tribunal e declarou que espera que o cidadão permaneça no centro da atuação da corte.
Fonte: Prefeitura de Manaus.
Foto distribuída pela Prefeitura de Manaus








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