O artesanato produzido no Amazonas foi um dos destaques da Feira de Economia Criativa realizada na terça-feira (3/11), no Largo São Sebastião, no Centro de Manaus. O evento reuniu mais de 70 estandes com produtos como artesanato, alimentos, roupas, acessórios, perfumaria, artigos religiosos e bijuterias.
Entre os expositores estava a Cooperativa de Trabalho de Artesanato do Amazonas (Copamart). A presidente da entidade, Terezinha Ribeiro, afirmou que a feira amplia a divulgação dos produtos e contribui para a valorização do trabalho dos empreendedores. Segundo ela, a cooperativa existe há 15 anos e reúne 14 cooperados que produzem artesanatos, biojoias e artigos de decoração.
Exposição internacional
Terezinha também informou que a Copamart foi selecionada, em setembro, para expor produtos em Paris, na França. A participação internacional foi apresentada por ela como uma oportunidade de levar o artesanato do Amazonas a novos públicos.
A feira contou com a participação da Frente Parlamentar Estadual de Apoio às Micro e Pequenas Empresas e aos Empreendedores Individuais do Amazonas (Frempeei-AM), da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam). O deputado Adjuto Afonso (União Brasil), presidente da Aleam e da Frempeei-AM, declarou que a iniciativa busca criar oportunidades, divulgar produtos e serviços e fortalecer os negócios dos empreendedores.
Atendimento a empreendedores
Durante o evento, a Frempeei-AM ofereceu orientações sobre formalização e regularização do Microempreendedor Individual (MEI), declaração do Imposto de Renda e acesso a linhas de crédito. A coordenadora da frente parlamentar, Cleide Barros, informou que o atendimento é realizado em parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).
As orientações também envolveram a documentação necessária para a legalização de empresas, a aquisição de maquinário e alternativas de crédito para a ampliação das atividades.
Inclusão sensorial
O Centro de Inclusão Sensorial Hamilton Cidade participou da programação com uma barraca de venda de pipocas. De acordo com a coordenadora clínica da instituição, Joyce Guedes, a atividade permitiu que as crianças atendidas tivessem contato com o empreendedorismo e participassem de uma experiência voltada à interação e à socialização.
Segundo Joyce, a ação também trabalhou comunicação, adaptação a diferentes estímulos e participação em atividades da sociedade.
Fonte: ALEAM – Assembléia Legislativa.
Foto: Ney Xavier/ Assessoria Dep. Adjuto Afonso







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